Eu, em Curitiba. Ela, em São Paulo. Eu era o repórter. Ela, a editora. Eu estava fechando um frila sobre um evento de premiação na minha cidade, realizado anualmente por uma empresa de telecomunicações. Ela, fechando o cerco para obter o material da Matriz e mais umas 10 filiais da empresa no país. Eu, estourando o prazo - ela, a paciência. Não, nosso primeiro contato não teve nada de romântico - foi exclusivamente profissional, até mesmo um pouco rude.
Talvez nem tivesse por que ser diferente. Eu estava (re) casado. Ela, em meio a um casamento desfeito que levaria ainda mais uns oito meses para um ponto final. Eu, com dificuldades para identificar os 114 nomes de trabalhadores premiados para legendar as 20 fotos. Ela, com dificuldade de entender as minhas dificuldades - que a perna de Curitiba fora, disparada, a que mais gente premiou entre todas filiais no país (quase 25% do total em todo o país) e que, por isso, eu era o que mais estava ralando em descobrir o who is who entre todos os frilas contratados.
Talvez nem tivesse por que ser diferente. Eu estava (re) casado. Ela, em meio a um casamento desfeito que levaria ainda mais uns oito meses para um ponto final. Eu, com dificuldades para identificar os 114 nomes de trabalhadores premiados para legendar as 20 fotos. Ela, com dificuldade de entender as minhas dificuldades - que a perna de Curitiba fora, disparada, a que mais gente premiou entre todas filiais no país (quase 25% do total em todo o país) e que, por isso, eu era o que mais estava ralando em descobrir o who is who entre todos os frilas contratados.
Eu, sem saber que ela seria meu amor dali a pouco mais de 9 meses. Ela, também sem saber.
Sim, nós já tínhamos algo em comum naquela época.
02, não reclama! heheheeh...bjos
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